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Rastreabilidade de frigorífico integrada ao SAP B1

Rastreabilidade de frigorífico por lote, da caixa ao produtor, com o PNIB exigindo identificação individual até 2032. Veja como o AQx integra isso ao SAP B1.

Equipe Sil Sistemas

23 set 2026 · 5 min de leitura

Rastreabilidade de frigorífico por lote, da caixa ao produtor, com o PNIB exigindo identificação individual até 2032. Veja como o AQx integra isso ao SAP B1.

"De qual lote saiu essa caixa?" é a pergunta que a auditoria faz e que a planilha responde depois de horas. Quando o frigorífico roda o SAP Business One, o ERP sabe que a caixa foi vendida — mas não sabe por quais câmaras ela passou, de qual peça veio, nem de qual produtor rural saiu o animal.

Rastreabilidade de frigorífico integrada ao SAP B1 é a resposta que precisa existir antes da auditoria, não depois. E o prazo está posto pela regulação.

O que é rastreabilidade de frigorífico?

Rastreabilidade de frigorífico é a capacidade de ligar um produto expedido à sua origem — lote de produção, peça, câmara, lote de abate e produtor — e vice-versa, sem quebra de registro entre as etapas. Em um sistema de frigorífico, esse vínculo nasce da leitura de etiqueta em cada movimentação.

O que muda com o PNIB?

O PNIB (Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos), oficializado pela Portaria SDA/MAPA nº 1.331/2025, torna obrigatória a identificação individual dos animais em todo o país até o fim de 2032; a partir de 1º de janeiro de 2033, fica proibida a movimentação de bovinos e búfalos não identificados. Para o frigorífico, isso significa que a origem do animal chegará cada vez mais estruturada — e a planta precisa estar pronta para não perder esse vínculo dentro da fábrica.

O contexto é de escala. Segundo o Beef Report 2026 da ABIEC, o Brasil exportou 3,5 milhões de toneladas de carne bovina para 177 destinos em 2025, e cada mercado exige provas de origem.

Como o AQx rastreia e integra ao SAP Business One

Lote de abate como unidade base

O lote reúne os animais de um produtor em um dia de abate. A partir dele, o sistema registra classificação, pesagem, câmara de destino e, se houver problema sanitário, o sequestro para a inspeção.

Vínculo peça a peça

Cada produto gerado no quarteio, na desossa e nos lotes de produção guarda o vínculo com a peça que o originou, criado pela leitura do código de barras no coletor. A cadeia atravessa câmaras e embalagem sem quebra.

Consulta nos dois sentidos

Da caixa expedida ao lote de abate e ao produtor; do lote de abate a tudo o que ele gerou. É a base do recall.

O que vai para o SAP B1

O AQx envia ordens de produção, pesos, pedido de contra nota e pedidos prontos para faturar. O SAP mantém fiscal e financeiro; a cadeia de rastreabilidade fica no AQx, consultável a qualquer momento.

Quer ver a rastreabilidade da sua planta em uma consulta? Conheça o AQx da Sil Sistemas.

Benefícios

  • Recall em minutos, não em horas de reconstituição.
  • Relatório para o órgão fiscalizador a partir do que foi apontado, não de planilha remontada.
  • Habilitação por mercado validada no abate, na câmara, no lote de produção e na expedição.
  • Histórico por produtor — base para bonificação e para a próxima compra.

Desafios de quem rastreia em planilha

  • Vínculo entre peça e produto perdido no segundo corte.
  • Câmara controlada por contagem de turno, sem lote de controle.
  • Expedição conferida em lista impressa.
  • Auditoria que exige cruzar ERP, planilha e caderno da inspeção.

Passo a passo

1. Estruturar o lote de abate por produtor e dia.

2. Etiquetar toda peça desde a pesagem da carcaça.

3. Apontar quarteio, desossa e produção por leitura no coletor.

4. Configurar regras de habilitação por mercado.

5. Integrar ordens de produção e pedidos ao SAP Business One.

KPIs de rastreabilidade

Tempo de resposta a "de qual lote saiu esta caixa" — alvo: uma consulta.

Movimentações sem leitura de etiqueta — deve ser zero.

Expedições bloqueadas por habilitação — mostra a trava funcionando antes do embarque.

Lotes com sequestro sanitário registrado — histórico para auditoria.

Conclusão

Rastreabilidade de frigorífico integrada ao SAP B1 não é relatório de fim de mês: é vínculo criado a cada leitura de etiqueta e disponível para consulta. Com o AQx, o frigorífico responde à auditoria, ao cliente exportador e ao PNIB com dado que já existe.

FAQ — Perguntas frequentes

A rastreabilidade do AQx é por animal individual?

Não. É por agrupamento de lote: o sistema mostra quais lotes de abate entraram em cada lote de produção. Se o rastreio individual for requisito de contrato, isso muda o desenho do projeto.

O SAP Business One faz rastreabilidade de frigorífico?

Não no escopo padrão. O ERP controla estoque e documentos fiscais; o vínculo operacional entre peça, câmara e lote nasce no sistema de frigorífico.

O que é o PNIB?

É o plano do MAPA que obriga a identificação individual de bovinos e búfalos até o fim de 2032, com movimentação proibida para animais não identificados a partir de 2033.

O AQx gera relatório para o órgão fiscalizador?

Sim, a partir dos registros de habilitação e das movimentações apontadas na operação.

Fontes

* MAPA — Portaria SDA/MAPA nº 1.331, de 21 de julho de 2025 (cronograma do PNIB): https://www.gov.br/agricultura

* ABIEC — Beef Report 2026 (dados de 2025): https://abiec.com.br

* Documentação de produto da Sil Sistemas — FAQ AQx, 2026.

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